terça-feira, 13 de novembro de 2012

Maria e a Santíssima trindade


A relação fundamental da Maria com respeito a seu Filho Jesus é a de sua Maternidade. Encontramos a fórmula venerada do Concílio de Éfeso, definida no ano 431: Maria é Mãe de Deus (Theotokos), como não duvidaram os Santos Padres em chamá-la. Assim a invocavam os fiéis já antes desse Concílio, no sigo IV e possivelmente no III. Em um papiro chegaram até nós as palavras da mais antiga oração Mariana que se rezou na Igreja, e que contém o título de Mãe de Deus aplicado a Maria: Sob sua misericórdia nos refugiamos, Oh Mãe de Deus! Não despreze nossas súplicas na necessidade, mas sim livra-nos do perigo, apenas pura, apenas bendita. A oração é muito significativa. Pela relação de Mãe que Maria tem com Jesus, compreende-se a singular eficácia de sua intercessão. A isto se deve que os fiéis, já nos primeiros séculos, fossem a Ela confidencialmente em sua necessidade e indigência.
Mas, inclusive antes de fixar a atenção na importância intercessora que se deriva de que Maria é Mãe de Deus, conviria sublinhar o relevo teológico de primeiro plano que o título encerra. Frente a Nestorio, são Cirilo de Alexandria e o Concílio de Éfeso compreenderam que o que estava em jogo era o dogma fundamental do cristianismo: que Jesus é Pessoa divina; que não há nele a não ser um único sujeito último de responsabilidade, que é a Pessoa do Logos. Isso permite dizer com verdade que Deus (e não só um homem) por nós padeceu, foi crucificado e inclusive sofreu a morte. É impressionante que para garantir esta verdade se recorresse a um título Mariano: a Santíssima Virgem é a Mãe de Deus.
Finalmente convém não esquecer que a Maternidade da Maria com respeito ao Filho de Deus associa sua existência a de seu Filho. Ela é a Mãe santíssima de Deus, que tomou parte nos mistérios de Cristo. Ela é a Nova Eva associada a Cristo, o Novo Adão, segundo uma temática que começou a desenvolver-se na Igreja a partir do século II. Se a primeira Eva dialogou com o demônio, desobedeceu a Deus e trouxe sobre o mundo morte e ruína, Maria, a Nova Eva, dialoga com o Anjo, obedece a Deus e traz para o mundo ao Salvador e, com Ele, a salvação.

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Mulher eucaristica

Maria é “espelho da unidade” porque nela se reflete de modo único a obra da comunhão com o Deus uno e trino, fonte e princípio de toda comunhão. Nela a Santíssima Trindade teve a “moradia” mais bela e acolhedora entre todos os homens e mulheres. Ela é “Arca da Aliança”, pois gerou Aquele que assumiu nossa carne para unir num só povo os filhos e as filhas de Deus que estavam dispersos pelo pecado (cf. Jo11,52). Sendo que a união com Deus sempre move à unidade entre as pessoas, Maria intercede por nós para sejamos discípulos missionários de seu Filho, unidos pelos laços do amor e da caridade, formando “um só povo e um só espírito”. Como nas bodas de Caná (cf. Jo 2,1-11), Maria está sempre atenta às necessidades da Igreja e da humanidade, enquanto percorremos nosso caminho, alimentados por Jesus Eucarístico, Pão da Unidade.

Os milagres


Deus realiza e prodígios e milagres na vida das pessoas através de manifestações e curas. Assim o nosso Deus dês do Antigo testamento, manifesta milagres aos teus filhos. Portanto os milagres de Deus, são um gesto em que sabemos que Deus nos escuta e que nos sondas a todo o momento como vai dizer nos salmos, em que Deus nos sondas e nos conhece a todos momentos, ele sabe de nossas necessidades e sabe também quando tem que reagir nos prodígios de Milagres, entretanto temos que saber que quando rezamos pedindo a Deus, temos que saber também que os planos de Deus não se realiza no certo momento, mais a cura vem no tempo certo e na hora certa.
Os milagres realizados por Jesus foi grandiosos, dando poder a seu discípulo de realizar os milagres invocando o seu santo o nome, e pedindo a luz eterna do espírito Santo.
 Não é a toa em que os santos e santas de Deus realiza também os milagres através de suas intercessão á Deus, pedindo para que ele possa atender os gritos de orações de seus filhos pecadores. Invocando com fé o nome de JESUS, os prodígios dos céus são realizados, assim não adianta nós pedir a Deus com pouca fé, pois a fé será menor e o milagres de Deus não realizará porem se não temos fé é por que não cremos no poder dos milagres.

Assim fica claro que quando uma pessoa com necessidades recebe as intercessão e suplica dos irmãos, as orações para os santos e santas e Virgem Maria, eles recorrem a Deus e Deus derrama seus milagres dando cura que a ciência não pode explicar.
Como é grande o poder de Deu Altíssimo que age com grande firmeza aos teus filhos e realiza prodígios pela fé de suas criações pecadoras, escutando os nossos clamores e suplicas pelas intercessão de seus servos celestiais.

sexta-feira, 9 de novembro de 2012


Cruz o cajado supremo do filho de Deus. A Cruz de São Damião

O símbolo do cristão é a cruz, por que foi através dela que Jesus Cristo, o Galileu de Nazaré, morreu por nós derramando o seu sangue divino e justo através do ladeiro, que para muitos era questão de medo e que agora para nós é o penhor o lenho da salvação, á remissão de nos
sos pecados. Foi através da cruz que Jesus, venceu a morte destruiu o poder de Satanás que reinava sobre a Terra. Cristo sofreu com a cruz, e nos convida a cada estante da vida a carregar a cruz até o nosso calvário que é a morada celeste.
E assim a Santa Igreja Católica na qual é apostólica e romana, a única igreja de cristo na qual o seu símbolo e seu penhor é a Eucaristia e a Santa Cruz. Reproduziu vários tipos de cruzes para que nós cristão recordássemos do sacrifício pascal do Cordeiro que é o Cristo. E assim se existe varia expressões mais a que mais me chama atenção é a Cruz de São Damião, na qual perdida foi encontrada pelo santo São Francisco de Assis, que por através dela Assis começou a sua missão franciscana: “Francisco Vai e reconstrói a minha Igreja”. Foi através da humilde cruz que Jesus se manifestou a Francisco. E assim é amplo o seu significado veja:
A face de Cristo: é uma face de misericórdia e de justiça na qual Jesus em condição humana, olha com olhos misericórdia todos aqueles que o rejeitaram dando uma esperança de salvação.

Ao lado da cruz: Está presente Maria madalena com santas mulheres de Jerusalém como afirma a passagem bíblica: em que afirma que junto a Cruz estava Maria mãe de Jesus, Maria Madelena, Maria mãe de Cléofas e as santas mulheres assim também João o discípulo que Jesus Mais amava. A piedade e a tristeza dos olhos fixos daquelas mulheres na cruz trazia uma expressão de carinho e amor por Cristo.
Maria e João: a o outro lado esta Maria e João, o discípulo que Jesus mais amava e que assim entrega-o a sua mãe e entrega a sua mãe a João. Vale lembrar que simbolicamente João representa todos nós no momento doloroso de Maria ao ver o filho na cruz.

Céu esta presente ligado nos intermédio de Jesus na cruz.
A chaga demonstra às dores as feridas causadas pelos nossos pecados e que ficaram fixados no corpo santo de Jesus.
A Cruz de São Damião mostra o gesto e o vinho da salvação que Cristo fez por todos nós se sacrificando por mim, por você e por nós.
A Cruz não é a morte, a cruz é o símbolo da vida, o símbolo do cordeiro o cajado supremo do filho de Deus.

Santíssimo Sacramento (O Ostensório)


É bom nos recordar diariamente da santa ceia por que foi ai que nasceu a primeira missa celebrada pelo eterno e verdadeiro sacerdote Jesus Cristo senhor nosso. Jesus se entregou em alma e divindade, na cruz e entregou inteiramente como alimento na santíssima eucaristia.
E assim até hoje se entrega a nós em comunhão em toda santa missa. Assim quando nós cristão 

fazemos adoração a Jesus Eucarístico é usado o ostensório lugar de esplendor e majestade ao rei dos reis, pois veja em toda santa adoração o sacerdote coloca um objeto com uma partícula no meio, pois ali se encontra Jesus e seu trono para que todos que o veem possa o adorar e dizer “Vem senhor Jesus”.
O ostensório não é idolatria, ou representação do Deus sol por causa de seu raios como os nosso irmãos protestante dizem, os raios dos ostensório simboliza Cristo Luz do mundo, a luz das nações, é como se dali estivesse saindo raios perpetuo de do céu.
O Ostensório carrega imagem para que nós recordássemos dos símbolos e manifestação do significado da Eucaristia.
A eucaristia é o esplendor da verdade o sentido da igreja, o pão dos anjos e o alimento de salvação.

Cleber Aparecido

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Mãe e Modelo da Igreja

 Maria,                            “Eis a tua mãe!” (Jo 19,27)
O posto que Maria ocupa no Corpo Místico é especialíssimo. Mãe de Cristo, não pode não ser também mãe da Igreja? E há uma razão a mais: confessar que Maria foi aceita no céu de corpo e alma, significa reconhecer que essa identificação com Cristo foi realizada de modo perfeito. Ela, portanto, pode e deve ser considerada mãe e modelo da Igreja. Certamente, entre todos os seus títulos, o maior que se pode atribuir e o que melhor reflete o mistério da sua pessoa é “Mãe de Deus”. Deus a prepara, criando-a imaculada desde a sua concepção. Na Anunciação, coloca-a a par do céu desígnio de salvação; ela aceita, incondicionalmente, colaborar com esse projeto, inimaginável para a mente humana. Então a misteriosa força geradora do Espírito faz brotar nela a Semente Divina, e Maria concebe o Filho de Deus.
Aos 12 anos, entre os doutores do Templo, Jesus fala à sua mãe da missão que estava confiada a ele pelo Pai Celestial, e que tanto ela quanto José estavam subordinados a essa missão. Vinte anos mais tarde, durante um almoço de casamento em Caná, Maria parece por à prova a identidade de seu filho: quando descobre que o vinho está para acabar, provoca Jesus a revelar-se. Esse fato mostra aos jovens discípulos do jovem rabi que nele se cumprem as escrituras.Nasce assim, na presença de Maria, uma nova família.



Depois, vem o Calvário. Junto à cruz, sua vocação de mãe, no momento em que lhe é confiado o discípulo amado. Finalmente em Pentecostes, Maria se encontra no meio dos apóstolos, como mãe deles, em oração de espera. Chegará o Espírito de Deus, assinalando o nascimento definitivo da Igreja e o começo de uma história nova que durará até o final dos tempos. O evento de Maria se confunde com a chegada de Deus ao mundo. O Espírito jamais a abandonou, e ela foi sempre esposa fiel. O nascimento da Igreja Corpo Místico de Cristo é, portanto, fruto do Espírito Santo, mas também de Maria.
Podemos, portanto, afirmar com absoluta certeza que ela é a Mãe da Igreja. A aceitação da vontade do Pai que a escolhe, a fidelidade ao Espírito Santo que a elege como sua morada e sua maternidade divina, a consagram Mãe dos redimidos de todos os tempos e lugares. Não foi fácil para entender o que se pedia dela. Ser mãe natural de Jesus é sublime, mas também é duro ouvir o seu filho dizer: “Minha mãe e meus irmãos são os que escutam a palavra de Deus e a põem em prática” (Lc 8,21). Pede-se a ela que seja filha do Filho e discípula de sua mensagem.
No desejo de ser fiel a Jesus Cristo, seu fundador e esposo, a Igreja deve fixar o olhar em Maria, modelo a ser seguido e imitado. Somente assim pode continuar no mundo a obra de Jesus com a energia do Espírito. É belo e consolador saber que podemos contar com a presença maternal de Maria. Ela é nossa herança; a temos em casa conosco, como o fez o discípulo predileto. Sentir-se-á amado por Jesus quem leva a sua Mãe para casa.
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