sexta-feira, 19 de julho de 2013

Voz do seminário: "Humildade na oração.

Na verdade, quando rezamos com modéstia e humildade tornam-se recomendáveis diante de Deus as nossas preces. Nem levantemos muito alto as mãos, mas de modo sóbrio e correto, para que o rosto não se erga com arrogância. Lembremo-nos daquele publicano, que rezava a Deus com humildade não só nas palavras, mas também com o rosto inclinado por terra, e saiu justificado, ao contrário do fariseu cheio de insolência [cf. Lc 18, 9-14].  É preciso que manifestemos submissão também pelo tom da voz. De quantos pulmões precisaríamos, se fosse pela altura do som da voz que Deus nos ouve? Deus, em verdade, escuta, não a voz, mas o coração, até onde penetra o seu olhar. O demônio do oráculo de Delfos assim falou:"Eu compreendo o mudo e escuto o que não fala." Será que os ouvidos de Deus precisam de sons? Como pôde a oração de Jonas chegar ao Céu, do fundo das entranhas da baleia? Como pôde passar através das vísceras de tão grande animal e subir ao Céu, dos abismos do mar, através da grande massa de águas? [cf.Jn 2, 1-11].  Que lucram aqueles que rezam com voz mais gritante, senão incomodarem os vizinhos? Além disso, expondo às claras seu pedido, nada de menos fazem do que ostentar publicamente que estão rezando.franquias

fonte:http://pemiliocarlos.blogspot.com.br/
Padre Emilio reitor do seminário menor de São Carlos

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